No more Pokémon Go (away)!

Em 20 set 2016

Ok, chega de Pokémon! Chega de falar de Pokémon. Chega de caçar Pokémon! Che-ga! Tudo bem que muitos ainda nem baixaram o aplicativo (tipo eu), mas acho que já deu. Gente batendo de carro, dando com a cara no poste, deixando de conversar com o amiguinho do lado… É demais pra mim! Prefiro bichos de verdade.

Tudo bem, confesso que não sou a pessoa mais antenada no assunto de games. Até quando era criança eu odiava jogar video-game. É sério! Preferia brincar com os cachorros, pular elástico com os amigos, ver Chaves… Aliás, acho que a minha maior aproximação com um Pokémon na vida foi quando dei um desse de presente a uma cachorra que eu tive, a Punk. Não preciso nem dizer que em questão de dias o boneco perdeu as orelhas. So sad

A verdade é que prefiro não me envolver com jogos eletrônicos, pois fico um pouco obcecada com essas coisas. Sei lá. O desafio de passar de fase, a vontade de saber o fim da história, a luta entre o humano e a máquina… Prefiro minha parte em livros (aquela que faz a intelectual).

Imagine só eu procurando um Pokémon em uma audiência ou em um set de gravação? Definitivamente, não ia dar certo. Fiquei sabendo até de um Tribunal em algum lugar do país que teve em suas dependências um aviso anexado dizendo que era proibido jogar Pokémon Go lá dentro. Com certeza alguém foi flagrado por um juiz (so sad).

Nada contra o personagem, que, aliás, voltou com tudo depois de vinte anos, mas eu prefiro a realidade. Já passo muito tempo no computador trabalhando e pesquisando. Portanto, este post é um tributo às relações reais de carne e osso. Quer caçar Pokémon? Boa sorte, querido! Mas não esqueça de marcar um sorvete com a amiga no fim de tarde. Tão mais gostoso… O meu de pistache, por favor!

P.S. Este post é uma brincadeira! Jogue o Pokémon que quiser! Aliás, adoro este personagem! More Pokémon, please! Bjs.

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