Palavrão

Em 16 out 2017


Na boa? O mundo tá chato. Parece que tudo virou de cabeça pra baixo e ninguém mais pode discordar de ninguém, senão ecos da Terceira Guerra Mundial já são percebidos! Por isso, às vezes, é bom relaxar, sabe? Fazer o que é possível e aceitar o que não tem jeito. Já apertou o botão do phoda-se hoje? Com ph, sim, porque sou phyna.

Ok, se você tem o coração fraco para fortes emoções ou se é menor de 18 anos, melhor não ler este post, porque palavras de baixo calão vão entrar em cena. Até porque, se você for menor de 18 vai ter muito tempo ainda pra aprender estas coisas, não precisa ser aqui e agora.

Muita gente se estarrece quando eu digo que falo muito palavrão. É que eu tento escolher o melhor momento, né, gente? Educação em primeiro lugar! Não dá pra falar numa audiência que “o réu fodeu com o autor”, nem num set de gravação de uma emissora que “decorar tanto texto é foda”!

Mas a verdade é que, no meu caso, o palavrão funciona meio que como uma libertação em certos momentos, sabe? Tipo: tem coisas que você não pode mudar, então foda-se; outras você tem que aceitar, o que é uma merda do caralho, mas tem que ser; outras que você não quer fazer, mas tem que se embocetar pra isso. E por aí vai.

Falei que seria um post de palavras fortes… Sorry.

É que falar palavrão, por incrível que pareça, ainda é tratado como um tabu. De novo, você não pode falar em qualquer lugar, senão vai ser falta de educação ou grosseria, mas no aconchego do seu lar, com seus amigos íntimos, não vejo o menor problema. Até aproxima!

Porém, quando a gente tem que fazer ou aceitar alguma coisa que a gente prefere morrer a ter que sair do lugar ou dar o braço a torcer, o palavrão parece ser algo libertador. Tipo um remédio tarja preta, sabe? Ouvi uma vez uma frase que dizia “o foda-se liberta”… Este foi um ensinamento que levei pra vida! É aquela história de apertar o botão.

E ainda houve época na qual mulher falar palavrão era a coisa mais condenável! (Risos) Afinal, mulher tinha que ser educada, fina (phyna!), requintada, ou seja, “bela, recatada e do lar”, como se tem dito por aí. Já mencionei aqui antes e repito: prefiro ser louca, transgressora e do bar! Pronto, falei! Funcionou como um palavrão! Falar palavrão: mais do que um direito, uma conquista!

E você? Já apertou aquele botão hoje? Aperta, sua louca! Você vai ver que pode não resolver a sua vida, mas que é uma baita catarse, ah, isso é! E lembre-se do ensinamento do dia: “O foda-se liberta!”

#ficaadica

 

Imagem: Freepik

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